Sabor fel na esperança

de sorrir e desdenhar.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Apenas papel.

De tudo que me pertence
Na verdade só me pertence
Uma folha de papel!
É sim, aquele velho e estragado papel
Talvez não seja tão velho
Porém já não é tão novo


É colorido até as pontas
Não há um espaço branco se quer
Aquele papel rabiscado
A minha folha qualquer

Me encontro vendo-o
Mas me perco o observando
Cheio de rabiscos de canto
Porém completamente branco.

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