Sabor fel na esperança

de sorrir e desdenhar.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Algodão

Nada mais que um sonho de borrão
Um alfinete de algodão
A luz dos meus raios
Se perde na sua escuridão

É fogo, é terra
Pede ar para viver
É água, é força
Faz acender

Acende corpos perdidos no sofá
Eu já perdi a hora mas sei lá
Diz que só quer mais dois minutos de atenção
Só pra decidir se bem te quero ou não

Tem a desilusão poética desse viver
Já é conhecido, sonho com você
Vejo a poesia que sai da sua boca
E me enfeitiça.

Chega no meu ouvido e ATIÇA.

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